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Meditações com as Árvores do Ogham

Meditação com o Carvalho

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  Primeira Meditação  Avistei o Carvalho ao longe. Ele estava distante, em uma colina. Corri até ele e perguntei se podia me aproximar. Ele disse: você já é de casa, Ana. Pensei que ele podia ter dito aquilo por eu já ter plantado um Carvalho, ou será que ele se referia ao Caminho? Não perguntei.  Abracei-o, então, e eis que sai de trás dele um homem alto, de cabelos escuros e barba um pouco grisalha, usando uma vestimenta antiga e escura.  Fomos andando lado a lado,  quando chegamos à beira de um penhasco, de onde se vê  com grande amplitude, um lago ou mar (não soube ao certo) de uma vista bem ampla. Ele me disse, apontando para a imensidão do céu, terra (onde estamos) e águas: "Tudo isso pode ser seu."  Eu pergunto o que preciso fazer. Ele me diz para eu ser eu mesma. Eu me emociono e agradeço. Ele sorri. Tem uma energia protetora, de pai, de rei, ao mesmo tempo que é amoroso, simpático. Eu corro até a árvore e abraço seu tronco robusto. Não dá vontade de ir embora, mas pa

Meditação com o Espinheiro Branco

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  Caminhando pelo meu Bosque Sagrado encontrei o Espinheiro Branco, também conhecido como Pilriteiro. Ele estava na frente de um lago. Assim que me deu permissão para o contato saíram ninfas vestidas de branco, bem magras, feéricas e começaram a dançar em círculo  em torno da árvore,  numa espiral crescente, que as tiravam do chão. Eu também participava desta dança aérea.  Quando estava no alto, acima da árvore, fui tragada por ela e me tornei o próprio espinheiro ( ou estava aprisionada?). Dancei um pouco como árvore e, quando quis sair dela, ao fim da música, não encontrava saída. Desci por suas raizes e andei por debaixo da terra, chegando até o portal, quando, então, emergi da terra e deixei o Bosque. Fui, literalmente, tragada pelo Espinheiro Branco! Segunda meditação com o Espinheiro Branco Vi-me diante do Pilriteiro que se encontrava no mesmo lugar de antes, na frente de um lago. Uma das ninfas me chamou para voltar a dançar e continuamos a mesma dança aérea, em espiral, ao redo

Meditação com o Freixo

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Com a quinta árvore do primeiro Aicme resolvi experimentar fazer uma meditação dançada com uma música que me motivou a isso, levando em conta a atuação no plano físico do Freixo. Eu me imaginei no meu Bosque e comecei a dança, pedindo a permissão do Freixo que disse “venha”. Logo eu estava dançando no meio de muitos Freixos que também dançavam! Meus movimentos se assemelhavam aos galhos e me deixei levar numa dança mais visceral. Tive, então, o insight de que preciso mexer mais o corpo desta forma, com a dança, para movimentar a energia e fazer com que as minhas criações (livros) se expandam mais.  Senti isso como uma fórmula mágica e, a partir daí, comecei a fazer uma magia corporal, puxando de dentro, através da dança, e espalhando para o mundo. Lembrei-me logo de um vídeo que um amigo compartilhou comigo de uma bruxa italiana dançando nas ruas da Itália com o objetivo do mundo vencer a pandemia do Corona vírus.  Não sei se fui inspirada, mas não é a primeira vez que faço um trabalho